No dia 03/11/2026, às 17:35 (horário de Brasília), o Ibovespa encerrou o pregão em 165.610,31 pontos, conforme dados de referência de 17:18 do mesmo dia. O dólar comercial, pela PTAX do Banco Central, fechou com compra a R$ 5,4929 e venda a R$ 5,4935 às 13:06. O desempenho ocorreu em sessão de retomada após feriado, com investidores acompanhando dados domésticos e externos que influenciaram a precificação de ativos.

Dados atuais de referência — 03/11/2026 17:35
IndicadorData de referênciaValorFonte
Ibovespa03/11/2026 17:18165.610 pontosMSN Finance (cotação de mercado)
Dólar PTAX — compra03/11/2026 13:06R$ 5,49Banco Central do Brasil — PTAX
Dólar PTAX — venda03/11/2026 13:06R$ 5,49Banco Central do Brasil — PTAX

Desempenho do Ibovespa no encerramento

O principal índice da B3 fechou o dia 03/11/2026 em 165.610,31 pontos, nível observado em referência das 17:18. A sessão transcorreu com oscilações, refletindo o ambiente de maior aversão a risco observado desde o final de outubro. O índice registrou mínima intradiária próxima a 164.447 pontos e máxima em torno de 168.005 pontos, conforme relatos de mercado.

A variação diária apontou recuo em relação ao fechamento anterior de 167.922 pontos em 30/10/2026. O movimento se insere em sequência de ajustes observados após o segundo turno eleitoral, período em que o índice acumulou perdas significativas em cinco pregões consecutivos.

Cotação do dólar e PTAX oficial

A cotação oficial PTAX divulgada pelo Banco Central do Brasil em 03/11/2026 às 13:06 apresentou compra de R$ 5,4929 e venda de R$ 5,4935. Esses valores representam a referência para o mercado cambial no dia. O dólar comercial operou em patamar elevado, próximo a R$ 5,49 a R$ 5,50 na maior parte da sessão.

A valorização da moeda americana no dia acompanhou o movimento de ajuste de expectativas no mercado doméstico. A PTAX serve como parâmetro para contratos futuros e liquidações, mantendo relevância para importadores, exportadores e investidores com exposição cambial.

Fatores domésticos e Boletim Focus

A sessão de 03/11/2026 coincidiu com a divulgação do primeiro Boletim Focus após o segundo turno das eleições. O relatório mostrou elevação nas projeções de inflação para 2026 e redução nas estimativas de crescimento do PIB. As expectativas para a Selic ao final de 2026 também foram revisadas para cima, passando a indicar manutenção em níveis mais elevados.

O Copom iniciou reunião no dia, com decisão prevista para 04/11/2026. A maioria das projeções de mercado apontava para manutenção da taxa Selic em 13,75% ao ano, diante do cenário de incertezas fiscais e pressões inflacionárias. Especulações sobre a condução da política econômica no novo mandato também contribuíram para o ambiente de cautela.

Influências externas e eleições nos EUA

No cenário internacional, as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos concentraram atenção dos investidores. Dados do mercado de trabalho norte-americano e a trajetória de juros no país adicionaram volatilidade aos fluxos globais. O petróleo apresentou oscilações, com impacto em ações de empresas do setor energético listadas na B3.

A combinação de fatores externos e domésticos gerou pressão adicional sobre o real e sobre os ativos de risco brasileiros. Movimentos em bolsas americanas e commodities serviram de referência para a abertura do pregão local.

Contexto de riscos e volatilidade

O ambiente observado em 03/11/2026 evidencia maior sensibilidade do mercado a revisões de expectativas macroeconômicas e definições de política econômica. Riscos associados à trajetória fiscal, à inflação e à condução monetária permanecem em foco. A volatilidade recente, com perdas acumuladas no Ibovespa na semana anterior, ilustra o processo de reprecificação de ativos.

Participantes do mercado monitoram ainda a definição da equipe econômica e eventuais sinalizações do governo sobre o arcabouço fiscal. Oscilações em commodities como o petróleo e desdobramentos das eleições americanas podem continuar influenciando os fluxos nos próximos pregões, sem que seja possível antecipar a direção ou a magnitude dos movimentos.

Fontes consultadas