A B3 permaneceu fechada em 02/11/2026 devido ao feriado nacional de Finados, sem negociações em ações, FIIs, BDRs ou outros segmentos de renda variável, conforme comunicado oficial da bolsa. Os dados de referência dos dados, extraídos do último pregão disponível, mostram movimentos distintos em ganhadores, perdedores e ativos de maior liquidez, permitindo avaliar a intensidade dos fluxos de capital e a concentração de volume em papéis específicos.

Principais ativos por variação e volume (dados de referência dos dados)
TickerEmpresaFechamento (R$)Variação (%)Volume (R$)Segmento
FASA3FASA S.A.R$ 0,2938,10%R$ 54,81Ações
RBFY11Rio Bravo For You FIIR$ 59,93-19,01%R$ 527,32FIIs
F1MC34FMC Corp BDRR$ 16,3432,41%R$ 53,11BDRs
PETR4 — ver dados atuaisPetroleo Brasileiro SA PfdR$ 52,710,98%3.254.484.072Ações
IBOV11 — ver dados atuaisIBOVESPA IBO/R$ 167.938,00-0,81%60.299.986.218FIIs
MELI34 — ver dados atuaisMercadoLibre BDRR$ 74,10-0,20%268.181.164BDRs

Maiores altas: amplitude limitada por liquidez baixa

Entre as ações, FASA3 registrou a maior variação positiva (+38,10%), fechando a R$ 0,29, porém com volume de apenas R$ 54.810 e 189 mil negociações, indicando fluxo concentrado em ativo de baixa liquidez. AZEV3 — ver dados atuais (+15,52%) e RANI3 — ver dados atuais (+9,52%) também se destacaram, com volumes de R$ 7,66 milhões e R$ 18,81 milhões, respectivamente, sugerindo interesse pontual de investidores.

Em FIIs, ARTE11 liderou com alta de 9,43% a R$ 6,50, volume modesto de R$ 140.498. Já entre BDRs, F1MC34 saltou 32,41% a R$ 16,34, com volume de R$ 53.105, evidenciando volatilidade em recibos de empresas estrangeiras com menor negociação.

Maiores baixas: pressão em siderúrgicas e volume relevante

GEPA4 — ver dados atuais (-12,57%) e AZUL97 (-12,17%) encabeçaram as perdas em ações, com volumes baixos de R$ 590.580 e R$ 8.517. USIM5 — ver dados atuais (-8,59%) e CSNA3 — ver dados atuais (-8,49%) registraram quedas expressivas com volumes elevados de R$ 160 milhões e R$ 127,56 milhões, apontando para possível realização de lucros ou ajuste de posições em papéis do setor siderúrgico.

Em FIIs, RBFY11 despencou 19,01% a R$ 59,93 (volume R$ 527.324), enquanto em BDRs C2OU34 caiu 22,55% a R$ 9,86. A amplitude das baixas foi maior que a das altas em vários segmentos, com liquidez concentrada em poucos nomes.

Ativos mais negociados: concentração em blue chips

PETR4 — ver dados atuais liderou o volume em ações com R$ 3,25 bilhões e 61,74 milhões de negociações, seguido por VALE3 — ver dados atuais (R$ 2,16 bilhões) e ITUB4 — ver dados atuais (R$ 1,98 bilhão). Esses papéis demonstram fluxo robusto apesar da ausência de pregão no dia da publicação.

Em FIIs, IBOV11 — ver dados atuais registrou volume de R$ 60,30 bilhões, refletindo alta liquidez em ETFs de índice. BDRs foram dominados por MELI34 — ver dados atuais (R$ 268,18 milhões) e AURA33 — ver dados atuais (R$ 174,95 milhões), indicando preferência por recibos de empresas com exposição internacional.

Comparação de direção, amplitude e liquidez

As altas apresentaram amplitude elevada em ativos de baixa liquidez, como FASA3 e F1MC34, enquanto as baixas em USIM5 — ver dados atuais e CSNA3 — ver dados atuais combinaram variações relevantes com volumes significativos, sugerindo maior pressão vendedora em papéis líquidos. BDRs mostraram variações mais extremas que ações e FIIs, com liquidez moderada.

O fluxo geral indica concentração em grandes nomes como PETR4 — ver dados atuais e VALE3 — ver dados atuais, com liquidez elevada nesses ativos contrastando com volumes residuais em small caps e FIIs de nicho. Riscos incluem volatilidade em feriados prolongados e impacto de eventos externos no retorno das negociações.

Contexto e perspectivas para o próximo pregão

Com a retomada das operações em 03/11/2026, o mercado deve observar o fluxo de ordens após o feriado, especialmente em setores como mineração e siderurgia que apresentaram movimentos opostos. A liquidez dos principais ativos tende a ditar a direção inicial, sem garantias de continuidade das tendências observadas.

Investidores devem monitorar volumes e variações no call de abertura, considerando que dados de referência dos dados não refletem eventos ocorridos durante o fechamento.

Fontes consultadas